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O Som das Letras nasceu para partilhar a minha grande paixão pelos livros. Apesar de já se ter tornado um blog para reflexões pessoais, o fundamento da sua existência é o gosto pela literatura.
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Em Dezembro, no meio das inevitáveis compras de Natal, fiquei encarregue de encontrar uma prenda para a Cláudia, uma colega de trabalho.
Como um livro é sempre uma boa oferta para se dar a quem gosta de ler, mesmo sendo uma oferta previsível, fui à busca de um que poderia agradar à Cláudia.
Entre uns títulos mais comerciais do que outros, encontrei um que me chamou à atenção - A menina que nunca chorava, de Torey Hayden.
Nunca tinha ouvido falar na escritora e só soube que tinha mais livros publicados porque, ao lado do A menina que nunca chorava, estava A criança que não queria falar.
Li o resumo do livro e a história cativou-me. É um tipo de literatura que habitualmente não leio mas fiquei encantada com a história. Primeiro por ser verídica e segundo por ser tão didáctica.
A menina que nunca chorava é uma história verídica escrita por Torey Hayden, uma professora de educação especial que, passado alguns anos após uma experiência de vida com uma das alunas (Sheila), resolveu procurar esta menina e saber o que tinha sido feito dela. Teria continuado a mesma menina que chegou à sua sala suja e calada?! Será que Sheila se recordava da presença e da importância que Torey teve na sua vida quando tinha apenas 6 anos de idade?
O livro é maravilhoso. Foi pena eu ter lido este primeiro porque A menina que nunca chorava é uma continuação do A criança que não queria falar.
Inicialmente, Torey Hayden não intencionava escrever uma sequela de A criança que não queria falar. Quando A criança que não queria falar foi publicado, o seu editor pensou que a vida de Sheila era tão obscura e tão triste que seria melhor não se falar mais sobre ela. Torey também pensou o mesmo porque o livro tinha deixado o leitor na esperança do final "e viveram felizes para sempre".
Ainda bem que escreveu!
Sheila é uma prova viva que, mesmo sendo mal tratada, tendo uma vida miserável, não tendo sido amada pelos pais em criança, podemos ser bons adultos, apesar de Sheila ter sempre em si a sua irreverência e fazer apenas o que realmente quer.
Não poderia acabar este desabafo sem dar a indicação do site oficial de Torey Hayden - www.torey-hayden.com. Lá poderão saber mais sobre as obras mencionais, bem como de outras que deverão ser verdadeiramente cativantes.
Sou um antigo amigo da carol o picoence perdi o co...
Olá.É verdade. Os Açores são de uma magia única. S...
É realmente fabuloso..só quem nunca esteve nas mág...
http://numadeletra.com/36007.html
ADOREI O LIVROOOOOO !